Jucelino Sousa

Diário Virtual

Arquivos de dezembro de 2008

Algumas dicas e a despedida …

14 de dezembro de 2008

Primeiro as dicas :

Acabei de ler um excelente livro chamado LEGADO DE CINZAS - UMA HISTÓRIA DA CIA , escrito por Tim Weiner, vencedor do prêmio Pulitzer. Trata-se da mais compelta radiografia da famosa agência de inteligência americana, desde sua criação, após a 2a. guerra mundial ,até a guerra do Iraque. O livro conta todas as tramas em detalhes, tudo que nos acostumamos a ver nos filmes é brincadeira de criança frente à realidade. Vale a pena a leitura.

Esta última semana estive viajando para fora do país e tive a oportunidade de assistir 02 filmes no avião que ainda não estão no cinema e nem em vídeo aqui no Brasil. O primeiro chama-se BOTTLE SHOCK, conta a história do evento que ficou conhecido como o “julgamento de Paris”, quando em 1976, uma prova cega de um júri de especialistas elegeu o vinho da Califórnia como sendo superior aos franceses. Por este filme Alan Rickman ganhou o prêmio de Melhor Actor no prestigiado festival de Sundance, para que gosta de cinema e de vinhos, esse filme é imperdível.

O segundo filme chama-se BIENVENUE CHEZ LES CH’TIS, trata-se de uma comédia francêsa, um dos filmes mais engraçados que assisti nos últimos tempos. O roteiro resumidamente é o seguinte : Para agradar à esposa Philipe Abrams, um empregado dos correios, pede transferência para uma agradável região do sul da França. Mas acaba por ser colocado na áspera e fria região industrial de Pas de Calais. Aí Philips irá descobrir uma série de fascinantes personagens que o irão animar e acolher nesta aventura. O filme bateu todos os recordes de bilheteria na França, tornando-se no filme nacional mais visto da história do país. As interpretações são fantásticas e o humor inteligente e sútil além de divertir também emociona.

Bem, agora a despedida … há cerca de 18 meses tenho escrito esse blog com muito prazer, a receptividade foi muito boa e o número de acessos semanais tem sido superior a 750 visitas. É muito gratificante ser merecedor da atenção das pessoas e de ter tido ao longo desse tempo inúmeras oportunidades de interação e de troca de informações. Nas próximas 03 semanas estarei 100 % dedicado a um novo projeto que breve vocês tomarão conhecimento, e nas duas seguintes estarei viajando de férias com minha família, logo, esse passa a ser o meu último post.

Em janeiro a ALESAT estará colocando no ar o seu novo site, com diversas novidades e com um espaço especial para o BLOG CORPORATIVO DA ALESAT ! nesse novo blog todos poderão inserir livremente seus posts sobre os mais diversos assuntos de forma a criarmos uma grande comunidade de troca de informações. Certamente serei um dos frequentadores mais assíduos e mais colaborativos no novo Blog da Alesat, apenas não terei mais um blog exclusivo para mim. Entendo que já cumpri meu objetivo que era difundir essa ferramenta de comunicação dentro da empresa colocando-a no cotidiano das pessoas, agora é deixar as coisas fluirem.

Agradeço a todos, as sugestões, criticas, palavras de incentivo e elogios ao longo desses 18 meses, nos encontraremos brevemente no BLOG DA ALESAT ! abraços a todos !

Niver do Galego

8 de dezembro de 2008

Hoje é o aniversário de Marcelo Alecrim. Presidente da Alesat, fundador da Satélite, meu amigo e compadre, praticamente um irmão. tenho uma enorme dívida de gratidão com Marcelo, aprendi muito com ele todos esses anos, cresci ao seu lado como pessoa e como profissional.

Nos conhecemos há 17 anos, há 14 anos trabalhamos juntos, nos conhecemos tão bem e pensamos tão parecidos que não é raro tomarmos decisões apenas trocando olhares. Marcelo é uma pessoa fantástica, é difícil encontrar alguém que não o admire, que não goste dele, é quase uma unanimidade para todos que o conhecem, possue um coração enorme e uma capacidade de trabalho sem limites.

Desejo tudo de bom para ele nesta data ! muita saúde, muita paz e que cada vez mais ele tenha sucesso em tudo que almeja.

Donos do pedaço

7 de dezembro de 2008

O Jornal Estado de Minas  tem uma secção no caderno de Empregos intitulada “Donos do Pedaço”. Semanalmente eles retratam um executivo de destaque e fazem uma entrevista expondo os pontos de vista do mesmo. Neste domingo tive a honra de ser o escolhido, pude falar um pouco da minha carreira e dos meus pensamentos. Segue a íntegra da matéria e da entrevista :

DONOS DO PEDAÇO
Vôo de sucesso
Jucelino Sousa, Economista

Márcia Maria Cruz

O economista Jucelino Sousa, de 42 anos, é um apaixonado por livros, tanto os que tratam de gestão de empresas, como Uma breve história do mundo, de Geoffrey Blainey , quanto os de um realismo fantástico, como As pelejas de Ojuara, de Nei Leandro de Castro. Carioca de nascimento, com DNA do Rio Grande do Norte – estado de seus pais – e baiano de criação, Jucelino está em um dos melhores momentos de sua carreira como vice-presidente da AleSat, a quinta maior distribuidora de combustível do Brasil.

Atualmente, morando em Belo Horizonte, cidade onde nasceu o caçula de seus quatro filhos, ele comanda uma empresa com faturamento anual de R$ 6 bilhões. O segredo para o sucesso, em grande medida, está em sua visão de generalista, que ele adquiriu ainda na adolescência, quando ajudava os pais em uma banca de revistas. De lá nasceu o gosto para o novo – característica que o fez optar, com apenas 28 anos, por participar de um empreendimento em início, mesmo tendo recebido propostas de trabalho de diversas multinacionais.

Como foi o início de sua carreira?
Desde os 18 anos, quando comecei a trabalhar na indústria petroquímica na Bahia, percebi que estava mais ligado à área de marketing, à área comercial e à parte de gestão. Como me formei em economia, acabei migrando para essa área. Então, ingressei na Esso Brasileira de Petróleo, quando tinha 22. Foi meu primeiro contato com o segmento de combustíveis. Entrei no setor comercial da empresa em Salvador, onde fiquei por 7 anos e tive um crescimento profissional bem veloz. Cheguei nesse período a ser gerente regional. Com 27 anos, era o mais novo. Nessa experiência, tive oportunidade de ter contato com uma cultura de gestão de uma empresa multinacional, tinha todos os recursos à disposição, tudo o que um profissional precisava ter no início da carreira. Mas era muito novo, não tinha experiência e acabei tendo um desentendimento com um superior. Fui demitido da empresa. O desligamento da Esso foi um fato muito importante em minha vida, porque me serviu de uma grande lição. Esse momento me permitiu aprender a dar a volta por cima. Você com a carreira em pleno vapor, no auge da capacidade profissional, nível hierárquico considerável, se ver, da noite para o dia, sem um chão.

A demissão é sempre algo traumático, como se transformou em algo tão importante em sua carreira?
Isso acabou sendo o grande divisor de água na minha vida. Nessa época, recebi propostas de outras empresas multinacionais para trabalhar, como a Coca-Cola, Brahma, Shell, e também recebi o convite de um empreendedor, Marcelo Alecrim, que era um amigo, um cliente. O convite era inusitado porque não era para uma empresa estruturada. Era para criar um negócio, um empreendimento. Era exatamente uma distribuidora de combustível, a Sat. Na época, fiquei com muitas dúvidas: abdicar do prosseguimento de uma carreira em uma multinacional ou entrar em um projeto com todos os seus riscos e desafios, com um grau de incerteza. Mas o otimismo, a visão do Marcelo e a certeza de que esse projeto iria dar certo acabaram me cativando. O mercado era muito difícil, concorrência com empresas grandes, começar em uma região do Nordeste. É uma história muito longa, mas posso resumir um pouco: depois de 14 anos, estou aqui na AleSat, a quinta maior distribuidora do país, que fatura R$ 6 bilhões por ano, emprega 900 pessoas e que, este ano, por muito pouco, não comprou a Esso, que foi a empresa que me demitiu anos atrás. Não que guarde algum rancor, muito pelo contrário. A Esso foi uma escola para mim, mas isso mostra que alguns reveses na vida dão oportunidade de galgar posições e subir na carreira.

Você tem uma formação dupla em química e economia. Isso foi fundamental para sua carreira?
Eu não diria que foi fundamental. O fundamental em minha carreira foi ter estudado economia, que é muito abrangente no que se refere aos aspectos importantes para uma organização: finança, contabilidade, as matérias ligadas ao direito e relacionadas aos recursos humanos. Ao longo desses anos, busquei – e essa é uma de minhas características – estar sempre reciclando e agregando cursos. Tenho uma pós-graduação em finanças pela Fundação Getulio Vargas, uma pós-graduação em mercado de capitais, dois cursos no Insead, na França, na área de gestão. Não passo um ano inteiro sem participar de um treinamento. Eu me considero um autodidata. É obrigação do profissional se atualizar, ele não pode esperar isso da empresa. Óbvio que as corporações têm programas de formação, regras para treinamento, mas é obrigação de todo profissional se atualizar.

Quais as habilidades necessárias para se destacar no mercado corporativo?
Primeiro, você precisa ser um pouco generalista. Entender de tudo, como finanças, gestão de pessoas, marketing. Não importa qual é a sua especialidade. Entender, não em profundidade, mas ter noções claras. Para que a pessoa possa progredir, ela precisa ter uma base bastante sólida em relação a vários aspectos que permeiam a organização e não simplesmente focar na área de atuação. A leitura e a reciclagem são aspectos fundamentais. O segundo ponto é a capacidade de se relacionar, de se comunicar. As pessoas introvertidas e com problemas de relacionamento têm progresso limitado em uma empresa. Os negócios podem ser escritos, colocados em projetos, mas, no fim das contas, o que vai definir oportunidade de crescimento são os contatos pessoais. O terceiro ponto é ter iniciativa, ter coragem e saber se arriscar nos momentos corretos. A pessoa que fica acomodada em seu lugar, sem correr risco, esperando que a sorte caia do céu, tem oportunidades bem menores do que aqueles que se expõem mais, se apresentam e correm risco. É aquela história: não basta colocar o ovo, tem que cacarejar. O profissional tem que pôr a cara na janela, ter iniciativa, proatividade. Isso é uma das coisas que foi importante na minha carreira. Na Esso, fui transferido nove vezes. Chegavam e me diziam: “Você tem que ir para Vitória da Conquista”. Eu dizia: vamos embora. Depois para o Rio de Janeiro. Beleza. Você vai para Brasília. OK.

O profissional pode ter um bom salário, mas não estar satisfeito com o trabalho, ou vice-versa. Como fica a relação entre satisfação profissional e remuneração salarial?
A satisfação profissional tem vários componentes. A questão da remuneração é um deles, mas não define sua felicidade. Não é só isso. É necessário oportunidade de crescimento, estar em uma carreira com novos desafios, fazendo coisas diferentes, assumindo novas responsabilidades. Autonomia é outro fator importante. Às vezes, o profissional é muito controlado e, a qualquer passo, precisa consultar. É importante ter liberdade, para definição do seu tempo e das suas prioridades. Outro ponto importante é a equipe de que se faz parte. Por mais que você ganhe, por mais autonomia que se tenha, se você não tem uma equipe com quem se sinta entrosado, motivado, é muito difícil. Um quarto item é o reconhecimento, interno e externo. Faz bem ao ego ser reconhecido como alguém que contribuiu, alguém que realiza.

Como planejar a carreira? Quais dicas você daria para quem está começando agora?
O planejamento da carreira é muito complicado, muito difícil. A melhor forma é se manter atualizado. Nunca estar satisfeito ou relaxado, como se você já tivesse dado tudo o que poderia dar. Essa é a melhor maneira. Com o dinamismo do mundo contemporâneo, a carreira acaba seguindo caminhos distintos daqueles que você planeja pelas oportunidades que aparecem ou pela conjuntura. Você precisa estar apto e preparado para aproveitar as oportunidades. É importante abrir a mente e não se deve ter paradigmas.

Neste cenário de crise financeira, quem está na liderança das empresas terá um papel estratégico. Qual o diferencial do profissional? O que fazer diante desse cenário?
Não acredito em superexecutivos. Às vezes, se cria uma mística em torno de alguns executivos e empreendedores, que é mal utilizada. Em uma organização é impossível que uma pessoa apenas faça com que os resultados aconteçam. O nível de complexidade e o nível de variáveis com que você tem que lidar fazem com que o gestor não seja capaz de fazer por si só que a organização atinja os resultados esperados. Por trás de um líder, ou melhor, ao lado, você tem, com certeza, uma equipe. O líder toma uma decisão para a qual todos contribuíram. E mais, a decisão só vai se constituir em resultado, se toda a equipe fizer com que aconteça. O papel do líder, neste momento de crise, é manter a calma. Tem que tomar as atitudes certas, no momento certo, mas com equilíbrio. Se for necessário adotar atitudes duras, ele tem o que fazer, pois tem que pensar em algo maior, que é a sobrevivência da organização. Não pode haver medidas precipitadas, levadas a cabo simplesmente em função de uma onda de pessimismo. Particularmente, tenho uma visão diferente desta crise. O país está mais bem preparado em termos macroeconômicos e tem uma capacidade de superar crises – o primeiro mundo não tem essa experiência. O Brasil tem capacidade de se moldar e superar essas situações, como nenhum outro lugar do mundo tem. Não significa que o país não vá sentir. Teremos um primeiro trimestre muito difícil, mas o país vai superar com mais rapidez e eficiência do que outros países.

Muito triste …

7 de dezembro de 2008

Os Deuses do Futebol decidiram que esse era o ano do Vasco ser castigado … após vários anos de uma péssima administração por parte de Eurico Miranda, administração essa que arruinou as finanças do time e que despertou antipatia nos quatro cantos do país, inclusive da toda poderosa Rede Globo, o time é rebaixado para a Série B …

Nenhum dos resultados que o Vasco precisava aconteceu … nem aquele que dependia dele mesmo, ganhar do Vitória dentro de casa, chegou a acontecer, pelo contrário … foi humilhantemente derrotado por 2 x 0 dentro de São Januário. O Vasco foi rebaixado com justiça, fez um péssimo campeonato, trocou de técnico duas vezes e teve a 2a. pior defesa entre todos os 20 times.

Fico triste pela imensa torcida vascaína, por Edmundo e por Roberto Dinamite, dois ídolos vascaínos que não mereciam terem suas trajetórias marcadas por esse acontecimento, paciência … agora é tomar uma aspirina, tentar dormir, e começar o trabalho para a reconstrução do clube. Amanhã logo cedo troco meu pacote de assinatura do pay per view para que seja incluída também a Série B.

O Vasco é o time da virada ! essa será a maior de todas.

Prêmio Mineiro de Gestão Ambiental 2008 (PMGA)

5 de dezembro de 2008

Para fechar um ano repleto de premiações como este, nossa empresa recebeu ontem, dia 26 de novembro, em Belo Horizonte/MG, o troféu de finalista do Prêmio Mineiro de Gestão Ambiental 2008 (PMGA), através da base de distribuição em Betim.

O Prêmio, que avalia as melhores empresas com gestão para a sustentabilidade mundial, foi idealizado pela Green Cross International, ONG sediada em Paris.

O trabalho que concorreu ao Prêmio foi elaborado e desenvolvido pela Gerência de SSMA e Ativos Operacionais, em conjunto com o Comitê de SSMA e demais áreas da empresa, sendo então, uma conquista de toda a equipe ALE!

Os ganhos para a empresa, como finalista deste prêmio, são muitos:

- Reconhecimento público, com impacto positivo na imagem institucional;
- Alinhamento com as grandes empresas no aspecto da gestão e práticas ambientais;
- Incentivo a manutenção e continuidade de melhoria do processo interno na gestão ambiental;
- Imagem positiva junto aos órgãos ambientais.

As empresas finalistas, ao lado da ALE, foram a Arcelor Mital, Cemig, Valourec & Manesmann e Fiat Automóveis. Mais uma vez, nossa empresa é motivo de orgulho para todos!

Um final de semana que ficará para sempre na memória

4 de dezembro de 2008

Está chegando o dia da definição … enquanto São Paulinos e Gremistas ficarão vidrados na televisão neste domingo na expectativa do título de campeão brasileiro, eu, e milhares de vascaínos em todo Brasil, sofreremos durante 90 minutos, na esperança de que o Vasco se salve de forma milagrosa do rebaixamento para 2a. divisão … não trata-se de um tarefa impossível, o grande  problema é a dependência da combinação de resultados de terceiros, ou melhor, de vários resultados ….

O Vasco precisa ganhar do Vitória em São Januário, essa é a primeira condição, não existe outra alternativa. Levando-se em consideração que joga dentro de casa, com a torcida a favor, e que o Vitória não almeja mais nada no campeonato (já está classificado para a Copa Sul Americana de 2009), trata-se de um resultado normal e perfeitamente possível.

Agora é que vem o problema … é necessário que pelo menos dois dos reultados abaixo aconteçam :

  1. Atlético-PR x Flamengo : O Atlético-PR não pode ganhar do Flamengo ! se perder ou empatar está bom para o Vasco. Apesar do jogo ser na Arena da Baixada, o Flamengo precisa ganhar para ter chances de se classificar para a Libertadores do ano que vem, ou seja, é um resultado possível. Nunca pensei que isso iria acontecer em minha vida … vou ter que torcer para o Flamengo !
  2. Santos x Náutico : O Santos tem de ganhar. O jogo é na Vila Belmiro e uma vitória do Santos assegura o time na Copa Sul Americana do ano que vem, é mais um resultado possível de acontecer.
  3. Figueirense x Internacional : Nesse caso um empate ou derrota do Figueirense são resultados bons para o Vasco. Acho o resultado mais difícil de ocorrer em função dos últimos jogos do Figueirense, o time tem se saído muito bem, está vindo de duas vitórias e joga dentro de casa, além disso, o Internacional não tem mais nada a ganhar ou a perder com o resultado. Time por time, o Internacional é superior, o problema é que talvez até jogue com o time reserva para descansar o time titular que ganhou a Copa Sul Americana nesta 4a. a noite. Mesmo com todas as dificuldades, lembro que o time reserva do Internacional ganhou do Cruzeiro domingo passado, são resultados que também são possíveis de acontecer.

Resumo da ópera : Tudo pode acontecer … avaliando a campanha e o futebol apresentado pelo Vasco ao longo do campeonato, não é justo que o Vasco fique na série A, o desempenho foi medíocre e o rebaixamento seria mais do que justo. Somente as seguintes motivações justificariam a permanência do Vasco :

  • A tradição de um time de mais de 100 anos de existência.
  • O status de tetra-campeão brasileiro e campeão da Libertadores, além de outros inúmeros títulos.
  • A sua imensa torcida espalhada por toda Brasil.
  • Trata-se do último jogo de Edmundo, um dos maiores jogadores de futebol do Brasil, um dos maiores ídolos do Vasco. Seria muita injustiça que sua despedida ocorresse juntamente com o rebaixamento do time.

Eu sei que nada disso,no final das contas, vai influenciar nos resultados finais, tudo vai ser resolvido dentro de campo, o sofrimento vai ser grande … de uma forma ou de outra, sendo rebaixado ou não, esse será um final de semana que ficará para sempre na memória.

Jucelino Sousa é viabilizado graças ao WordPress
Feed de Texto (RSS) e Feed dos Comentários (RSS).
Espírito de equipe

Num jogo memorável, o ex-melhor jogador de basquete, Michael Jordan, fez 67 cestas numa só partida. Naquele mesmo jogo, um iniciante marcou apenas uma cesta. Ao final, perguntado sobre sua visão do jogo, o novato disse que lembraria para sempre do jogo em que ele e Jordan, juntos, marcaram 68 pontos.

Ápyus.com © 2007 Ápyus - E-mail: marlos@apyus.com - Site: www.apyus.com